Floresta

Na área florestal a Agri-Ciência presta serviços de consultoria que abrangem a elaboração de projectos florestais e sistemas de informação geográfica aplicados à gestão florestal.

Projectos florestais

A elaboração de projetos florestais enquadrados em instrumentos de apoio como o Programa de Desenvolvimento Rural – PRODER, em vigor até 2013, constitui uma das principais fontes de suporte aos investimentos realizados nos povoamentos florestais a nível nacional.
A elaboração de candidaturas e o acompanhamento e gestão de todo o processo até à conclusão do projeto, obriga a uma gestão minuciosa e complexa de vários níveis da informação que se articulam entre si.
A Agri-Ciência alia o conhecimento técnico-científico, experiência e competências no campo de gestão de informação, oferecendo um pacote de elaboração, gestão e acompanhamento de processos de candidatura a projetos florestais.

SIG Distribuídos e Gestão de Recursos Florestais

A maioria dos sistemas de informação geográfica utilizados, ainda se encontra muito ligada a uma arquitetura fechada baseada no computador pessoal. Estes são, na sua maioria, desenhados para um único utilizador ou para pequenas redes locais, estando a suas arquiteturas adaptadas aos sistemas operativos em que são executados.

Esta limitação deixou de fazer sentido nos dias de hoje, onde assistimos a uma proliferação de aplicações baseadas em redes que permitem a criação de infraestruturas que possibilitam o processamento de informação geográfica distribuída. Este tipo de processamento refere-se ao tratamento de informação geográfica entre diferentes unidades de processamento geográfico por intermédio de redes e outros canais de comunicação, nomeadamente pela Web.
Estas novas ferramentas podem ser um auxiliar fundamental na gestão dos espaços florestais. Os proprietários, gestores e entidades agrupadas de gestão como as associações de produtores florestais, têm cada vez mais um papel ativo numa gestão precisa e exata dos recursos florestais sob a sua competência, de forma a garantirem uma integração da produção dos recursos florestais com a proteção e manutenção dos ecossistemas.

Cada vez mais os recursos florestais estão inseridos em unidades de gestão complexas de que são exemplo as Zonas de Intervenção Florestal (ZIF) associadas, por vezes, a esquemas de certificação que implicam a administração e cumprimento de um número muito elevado de critérios de controlo. Por outro lado ao nível da propriedade, a gestão florestal está hoje dependente de planos de gestão florestal (PGF) que obrigam também eles a uma multiplicidade de níveis de informação que têm que ser geridos de forma coordenada. Todas estas unidades de gestão estão ainda correlacionadas a um nível mais global com planos regionais de ordenamento florestal (PROF), planos diretores municipais (PDM), planos municipais de defesa da floresta contra incêndios (PMDFCI) e muitas outras condicionantes.
A sinergia entre proprietários, gestores, entidades de gestão e outros intervenientes no processo é crucial, sendo que o papel dos SIG é de primordial importância nesta matéria. A criação de serviços que permitam o processamento e a distribuição da informação geográfica, que consiga juntar todas as necessidades em matéria de informação espacial que todas as partes necessitam para a sua gestão individual e que contribua de forma a facilitar a gestão global de todos os processos pode ser uma mais-valia significativa.